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Agradecimentos a Labellaluna® por disponibilizar os MIDIS tocados na Lápide.
Layout por:
Coveiro ¤X¤
http://lapide.zip.net
Quando um Coveiro e uma Raposa se encontram... Oi, gente!! Vim aqui convidada pelo coveiro para me apresentar... Eu sou a Raposa Vira Lata, dona do blog "na terra dos olhinhos puxados", tô no outro lado do mundo desde abril do ano passado... E eu sou o Coveiro, mas isso eu acho que vocês já sabem, né? Ou espero que saibam, depois de mais de um ano e meio que venho mantendo esse blog visitado por vocês. Bom, alguns de vocês já conhecem minha amiga Débora, a Raposinha Vira Lata, mas talvez não saibam na verdade o porque eu a chamo assim. Quer contar ou eu conto, Raposa? Concepção de dois diferentes visuais para uma Raposa
Bem, o legal de associar a Débora com uma raposa é que tem horas que ela fica vermelha que nem elas, seja porque ta com vergonha das macacadas que faço em público ou quando ela ta irada querendo bater em mim. Já contei que ela pintou o cabelo de vermelho? HehEHheHE... Bom, mas até hoje não sei de onde veio essa fixação por raposas... na verdade nem sabia se havia raposas no Japão e falei pra ela que se ela encontrasse uma, que mandasse um alô por mim. Bom, mais de um ano depois, a pergunta é... raposas no Japão são lendas ou não? Elas existem de verdade por aqui, especialmente em Hokkaido, mas associado a elas também existem várias lendas... "kitsune" quer dizer "raposa" em japonês e as raposas dessa ilha onde moro são as "kitakitsune", que significa "raposa do norte". As raposas são conhecidas desde antigamente como metamorfos que podem assumir qualquer forma para enganar as pessoas. Isso vai desde transformar-se em objetos até formas humanas, mas também são consideradas protetoras da colheita e estão presentes em forma de estátuas em vários templos espalhados pelo Japão. O nome da deusa raposa é Inari. Primeira versão da Kitsune em 2004, não divulgada
Na Europa, elas também são fortemente usadas em contos sejam como animais sábios ou meras ladras. Na cultura celta, pelo que sei ela é o animal totem com o dom da invisibilidade. E acho que até da para entender essa “invisibilidade” como uma camuflagem ou transformação. Acho que isso é o que mais pretendo usar na personagem que estou montando. Vou juntar as duas culturas e associar com a idéia de lincantropia europeia, so que ao invés de lobo seria raposa. Deve sair algo interessante. Preparada para as aventuras? Espero que você escreve logo os capítulos, to morrendo de curiosidade... Bem, ao longo do texto que eu e a Raposa montamos numa divertida brincadeira na madrugada, vocês puderam ver como houve também a evolução artística da personagem. A principio, pensei em colocá-la mais adulta e com uma roupa mais de heroína (estilo manga, diriam alguns). Contudo, para se encaixar melhor na história dos novos CBs, deixei-a mais selvagem. Ela ficou um pouquinho mais jovem e com trajes mais primitivos, bem próximos do “ambiente natural”. O cabelo também mudou. No final, eu preferi tirar as mechas de cores diferentes (vou guardar isso para outro personagem) e deixei o cabelo um vermelho mais escuro como a própria Débora pintou um dia. As habilidades dela com o tempo serão reveladas, mas posso dizer que ela guarda muitas na manga. Versão final da raposa, mostrada no Capitulo 1 da Terceira Temporada Agradecimentos Especiais a Débora Suzuki, também conhecida como a Raposa Vira Lata (e antes como outro animalzinho, o Siri na lata) por estar no meio da madrugada ajudando a bolar essa apresentação de hoje. Finalmente, um verdadeiro "post" comunitário... e com duas pessoas temporalmente distantes!!! Vocês podem acompanhar as histórias da Raposa no Japão em Terrinha dos Olhinhos Puxados, onde vez ou outra um certo lobo começara a aparecer...
E enquanto vocês esperam o próximo capítulo do CBS sair no DOMINGO que vem... vou deixar a colher de chá de mais dois personagens que em breve serão peças primordiais na trama. Alguém desconfia quem sejam??? Spoiler de dois novos personagens em construção...
Bem, hoje é o último dia de Agosto. Se eu sobreviver, realmente espero melhoras. Prosperidades para meus leitores e até o novo capítulo de Crossing Blogs 2005 - Terceira Temporada. Compareçam sem falta... Coveiro X
Maldito Agosto... Eu... simplesmente... odeio... Agosto... Não é apenas uma certa aversão. Muito menos é uma mera antipatia. Eu de fato odeio Agosto no âmago do meu ser e sei que é recíproco. Ele igualmente me odeia e não há o que contestar. É simplesmente assim... somos inimigos... desde sempre. Aqueles que ainda acreditam que estou a fazer uma piada, bem lembrem no meu texto de aniversário e de muitos outros momentos que sentaram comigo para dividir histórias quando contei como lutei como um animal para nascer no último dia de Julho quando deveria na verdade vir ao mundo uns quinze dias depois. Desde, então, eu podia enumerar muitos acontecimentos nesse maldito mês que só me deram revezes ao longo de minha vida. Claro que mesmo num ano tão bonito e poderoso como 2005, não podia ser diferente. O meu mês inimigo, numa nova estratégia me iludiu mostrando possibilidades tão boas para eu me vincular e que no final foram tiradas de mim sem sequer ter a possibilidade de lutar por elas. Duas boas chances, duas grandes derrotas. Foram-se por entre meus dedos completamente... como se nunca antes tivessem em minhas mãos. Chega! Agora não quero ouvir falar mais nada sobre ofertas, possibilidades ou cativantes sorrisos até o fim desses dias. Estou dando as costas, fechando por essa semana o Ádito, recluso nas sombras. Vejo vocês em Setembro... C.X.
Reforminhas para a Lápide...
Eu quero um Gravatar...!!!
Ah... ultima dica do Informativo... A previsão do próximo capítulo de Engenics para o dia 27 continua... Divirtam-se...
Crossing Blogs: O último do velho mundo... Episódio 001 - Terceira Temporada Deserto, no meio do nada, manhã... O Vale Perdido, mesma manhã... Meus joelhos já fraquejavam, fazendo com que as pernas bambeassem inseguras para os lados ao tentar se firmar na areia fina. Os pés afundaram em profundos buracos ao trilhar meu caminho uma nova duna acima. Por um momento, cheguei a cair e senti todo o meu peso ao aparar a queda com minhas mãos. Estava apenas a alguns passos do topo, mas não conseguiria mais seguir de pé. Ao menos, eu não me esforçaria a tanto para mais uma decepção. Comecei a rastejar até o cume, com os olhos já embaçados prontos para se deparar com nada além do vazio naquele... resto de mundo. - Oh, céus... As minhas palavras foram menos que um sussurro, algo como um pensamento fugaz ao vislumbrar aquela visão na minha frente. Em nenhum momento, duvidei que estava alucinando, sendo trapaceado com miragens. Algo em mim assegurava que meu temor era real. Lá estava ela, a Grande Cidade. Ou, na verdade, o que restou dela. Nada mais do que um conjunto de imensos arranha-céus em ruínas. Dominavam ali as estruturas semi-destruídas, concreto enegrecido pelo tempo e vidros estilhaçados como se o tempo ali... tivesse avançado décadas em anos. Em minha mente, palavras ecoavam vindo de memórias perdidas... o mundo envelheceu... Next: Começa a jornada de Kitsune... E o Coveiro adentra as ruínas da Grande Cidade
Ei, isso é um assalto... Essa é uma frase que poucos talvez ainda não tenham escutado na vida. Minha experiência em assaltos começou cedo e até desenvolvi uma cartilha para evitar eventuais furtos. Nada muito elaborado, mas conta com as experiências do dia-a-dia de alguém que costumava passear pela madrugada a pé pelas ruas do meu bairro ao sair da sessão corujão do cinema nas quartas e quinta-feiras. Algumas histórias não passam de situações revoltantes, outras soam até cômicas quando contadas mais tarde. Pensei, então, em juntar algumas delas e expor de uma única vez, me desafiando a narrá-las de uma maneira interessante.
Fim
O Coveiro que veio do Brejo Passou-se uma semana e todos pensaram... “Onde está o Coveiro?” ou “Será? Será que aconteceu algo naquele... naquele lugar horripilante?”. “Afinal, ele não tinha deixado o recado que ia para... Brejo dos Cavalos?”. E esse não era o lugar onde coisas... coisas muito estranhas acontecem?” E finalizaram com um... “Não é lá que ele ambientou um tal... livro secreto que não revela a ninguém?” Sim, meus caríssimos. Sim para as últimas perguntas. Eu estava em Brejo dos Cavalos e como já revelei a alguns, precisava ir lá uma terceira vez. Precisava desafiar certos medos. Necessitava deparar-me novamente com alguns mesmos lugares. Muita coisa mudou... muita coisa também mantém a mesma essencial. A grande sorte é que Brejo dos Cavalos finalmente está sendo preservada e parte daquela beleza ao menos resistirá. Tenho muitas historias pequeninas e divertidas para deixar aqui, mas hoje creio não ser o dia ideal para esse texto. Também acho que as pequenas histórias podiam ser contadas diferentes dessa vez... elas podiam ser vistas. Então, junto com a minha câmera e a de minha amiga Cibele, resolvi não criar um FLOG, mas sim um site de fotos. Eis portanto: CX FOTOS E IMAGENS Começarei com as fotos de Brejo dos Cavalos e depois algumas outras divertidas do passado. Qualquer uma do futuro também se enquadrara-la. Não deixem de visitar hoje apenas, pois estou atualizando aos poucos e são muitas as fotos da viagem. Arrumei o texto de uma forma quase cientifica (ô, mania), mas aceito sugestões. Bem, espero que se divirtam e acompanhem. Mais a frente, eu vou falar novamente da viagem. Algumas novidades a mais vocês também podem encontrar em ENGENICS a partir de hoje. O episódio 6 de hoje foi coincidentemente dedicado aos Dias dos Pais e junto com ele você encontrará mais QUATRO bastidores bem interessantes sobre a natureza dos poderes das crianças especiais. E só para “arrendodar” para três o número de novas, coloquei o preview das CINCO próximas capas do arco seguinte PRESAS E PREDADORES. Como viram na semana passada, estou de fato relançando os Crossing Blogs, voltando a fórmula antiga de pequenas histórias em único post. Breve, breve... nosso viajante irá encontrar outros blogueiros e dois em especial farão parte de sua jornada. Ele também encontrará as conseqüências de um ano após seu sumiço dos Blogs. Por fim, estará de frente com alguns perigos. Infelizmente, não poderei determinar prazos para os CBs, mas acho que serão bem mais freqüentes do que muitos esperam. Recebi algumas semanas (ou meses atrás) o convite para participar de um Blog Comunitario juntamente com outros tão malucos quanto eu. Após muitas exigências, principalmente da Senhorita Thaís, resolvi reservar um quartinho na Mansão Blogueiroz. Aconselho a vocês passearem por lá, dar uma clicadinha no link das histórias da Blog Fairy Tales e se divertir. E não se assustem se repentinamente vocês encontrarem o nome de alguns deles em futuros Crossing Blogs. Bom, acho que esse é o fim das Páginas Negras, que tendem a voltar a sua função como Informativo das minhas atividades. Ela, assim como as demais sessões, ganharam banners como acontecia com a BlogTown. Algumas novidades estão ainda a surgir. E para aqueles odiavam o comentário do BlogUol, estou estreando aqui o Haloscan. Ele será o sistema de comentário principal de todos os meus sites agora. Até Quarta Feira
De volta ao Mundo... Prólogo - Terceira Temporada Uma batida intensa dentro de mim foi o primeiro sinal que tenho de minha existência por um tempo infindável, imensurável, indeterminado. Um outro golpe me atingiu e aí percebi a verdadeira natureza daquilo. Era o meu coração, que repentinamente tomou vida, voltando a se acostumar com sua função após aparentemente um bom tempo. Então, eu estava vivo. Contudo, me restava uma dúvida atormentadora. Quando meu coração deixou de bater? Quando eu morri? Em minhas memórias, não havia resposta. Tudo era muito confuso. Embaralhado seria a palavra e ela soava engraçado de alguma forma, mas eu não ria. Minha boca não obedecia. Nem meus olhos queriam abrir. Na verdade, eu ainda nem tinha certeza se respirava. - Páginas de seu diário de Viagem... - disse uma soberba voz que não era a minha.
Então, senti todo meu corpo refeito se rasgar, dividir-se em vários pedaços e em cada pedaço aberto um feixe de pura luz ofuscante partia de mim. Cada feixe rasgava a imensidão do espaço adiante e revelava uma parte da história enterrada há dezenas de anos para muitos, mas que parecia ter sido apenas há um ano atrás para mim. Todas as minhas lembranças vieram em um só momento e tudo ficou claro naquele pequeno intervalo. Segundos depois, o caos mental voltou. Mais uma vez embaralhado, como meu cérebro insistia definir. - Não, não há loucura. A história que você lembra de fato aconteceu. – disse mais uma vez aquela voz que vinha de canto nenhum respondendo a minha maior dúvida. – Aquele Mundo pelo qual lutou existiu. Com outros, salvou-o do inimigo. Contudo, não pode salvar o Mundo dele mesmo. Gritei em pensamento, completamente desnorteado. Meu corpo cada vez mais se rompendo em meio à luz que transbordava infinita pelo espaço. E mesmo em tal agonia, as palavras vindas de canto nenhum chegavam aos meus ouvidos com clareza. - O Mundo que você conheceu, não é mais o mesmo. Ao invés de ter um fim, ele envelheceu. Os dias se passaram como anos e o ano virou décadas. Muitos daquela época, assim como você, partiram. Muito que foi feito, foi esquecido. As noites ficaram mais longas e os dias mais escuros. O Mundo simplesmente... caiu. Agora, eu apenas sentia meu corpo sumindo. A voz que inebriava o espaço parecia estar chegando à conclusão de seu discurso. Suas últimas frases pareciam mais e mais distantes. - Eu o trouxe de volta, porque os outros entraram em acordo e porque acharam interessante. O homem que narrou e pôs fim a velha história destina-se agora a mais uma nova. O que é lenda pra alguns, será fato para todos. Você, Coveiro, conhecido por ser o artesão das sombras em vários momentos, agora retorna como luz deste novo velho Mundo. As últimas palavras já eram sussurros longínquos em meus ouvidos. Meus olhos já há muito estavam cegos pela luminosidade ao meu redor. Tudo se passou lentamente por muito tempo até que voltei a sentir meu corpo. Meus olhos ainda ardiam, porém agora a luz que os afetava parecia ser natural. Senti o calor aninhando a minha pele e meus dedos pareciam tocar grãos. A boca ressecada quase arranhava minha língua ao tocá-la. Sofregamente, abri as pálpebras. Era areia. Era areia de verdade. Forcei minha mão e fechei-a.
A Nova Jornada começa... aqui!!
Origem da arte “Saga de um Mestre” Algumas imagens que muitas vezes encontram-se perdidas em alguns de meus textos, apesar de parecerem simplesmente rascunhos oriundos de uma noite mais paciente minha com lápis e canetas de nanquim, contam algo mais. Caso assim, aconteceu no dia 25 de julho de 2005, véspera de minha defesa de dissertação de Mestrado. Como alguns sabem, tive muitas dificuldades para concluir essa minha pós-graduação, enumerar aqui metade delas de uma maneira entendível, daria muito mais que um post e mesmo assim eu arriscaria que um terço só das pessoas algo sobre os termos científicos usados... e ainda assim... entenderia parcamente. Muitas vezes, eu voltava do laboratório, cabisbaixo, amargurando meus resultados e nem tinha vontade de falar com as pessoas, reais ou virtuais. Procurava coisas mais solitárias para ocupar meu tempo e evitar perguntas tão bobas quanto um “Tudo bem???”. Assim, deparei alguns meses atrás com uma das capas de Ultimate Homem-aranha (publicado pela Panini como “Marvel Millenium”). A imagem era simples, mas muito informativa. O Cabeça de teia desenhado por Mark Bagley estava derrotado e preso pelos tentáculos de seu arqui-inimigo Doutor Octopus. A cena única só destacava o aranha, os tentáculos e todo o resto num fundo obscuro. Eu via o homem aranha e lá estava eu. Observava os tentáculos e enxergava os politênicos de meu trabalho me enroscando. Todo o fundo escuro, era o resto do meu mundo. Engoli seco e fiz os primeiros rascunhos para aquele futuro desenho. Nessa época, eu ainda não tinha uma definição plena de meus resultados e os cromossomos eram uniformes e sem identidade. Já na terceira ou quarta tentativa, meses depois do lançamento da revista no Brasil, eu já tinha um detalhamento melhor do meu, então, “arqui-inimigo”. Para aqueles que tiverem a minha tese já concluída em mãos, podem associar cada um dos cromossomos com o desenho deixado aqui.
O resultado final, como alguns sabem, foi mostrado no post de minha pré-defesa A Saga de um Mestre. Quem não leu, vale a pena dar uma olhadinha, inclusive nos agradecimentos originais da Dissertação. Esforços, desesperos, gritos e lágrimas a parte, no fim, consegui. Libertei-me dos cromossomos, mesmo que temporariamente... Certas coisas não ficam apenas em Histórias em Quadrinhos...
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